Jean-Noel Fabiani: «A Fabulosa História do Hospital. Da Idade Média aos dias de hoje»

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Jean-Noel Fabiani: “A Fabulosa  História do Hospital. Da Idade Média aos dias de hoje”. L&PM Editores. Porto Alegre. 2019. 207 pgs. Ganhei este livro de presente, de uma família querida que há anos confia a mim os seus cuidados médicos. Desconheço se eles leram o livro, embora  imagino que não, porque fora o aspecto cultural,  pouco acrescenta, ou melhor, pouco …

Natalia Sanmartin: «O despertar da Senhorita Prim»

Gabriel Brandão Livros Leave a Comment

Natalia Sanmartin: “O despertar da Senhorita Prim”. Editora Quadrante.  São Paulo. 2016. 315 pgs Chega às minhas mãos este livro, cortesia da Editora Quadrante que me solicita uma opinião sobre o romance. A autora, uma espanhola jornalista especializada em temas econômicos, surpreende o mercado editorial que, conforme vejo na internet, disputa os direitos autorais deste seu primeiro romance. Evidentemente, em …

Gustavo Corção: «Lições de abismo»

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Gustavo Corção: «Lições de abismo». Ed. Agir. São Paulo. 1976. 265 pgs.      Estava com vontade de reler Lições de Abismo. Deixou-me marca no seu dia, há mais de 25 anos. Agora, convocado para coordenar as reuniões literárias mensais surge a oportunidade de voltar sobre páginas que a correria do dia a dia não oferece o espaço que merecem para saboreá-las …

Guimarães Rosa: “A hora e a vez de Augusto Matraga”

Gabriel Brandão Livros Leave a Comment

Guimarães Rosa: “A hora e a vez de Augusto Matraga” (Sagarana). Liv. Jose Olympio. Rio de Janeiro, 1958      Dando sequência aos livros “sob encomenda”, esta vez toca glosar à conhecida obra de Guimarães Rosa. O cenário foi um clube de leitura incluído num projeto de longevidade liderado por um hospital de São Paulo onde trabalhamos. Promovem-se atividades físicas e intelectuais -e …

Os Abraços partidos de Almodóvar: A deformada imagem de uma triste realidade.

Gabriel Brandão Filmes 10 Comments

   O melhor do último filme de Almodóvar é o título. Abraços partidos. No título original em espanhol os abraços não se partem: quebram-se, que é muito mais forte. São abraços rotos. O título é preciso, funciona como um prelúdio de tudo o que vem depois, como acontece com freqüência na ópera. Na abertura se esboçam os temas principais, compassos das …