Svetlana Aleksiévitch.  “Vozes de  Tchernóbil. A história oral do desastre nuclear”.

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Svetlana Aleksiévitch.  “Vozes de  Tchernóbil. A história oral do desastre nuclear”. Companhia das Letras. São Paulo. 2016. 384 págs. A narrativa poderosa e impactante da escritora prêmio Nobel da Bielorrússia, protagoniza a leitura mensal e as reflexões da Tertúlia Literária . Escreve o livro em 2005, 20 anos depois da catástrofe, após recolher testemunhos multivariados dos envolvidos no desastre nuclear, que …

Caminhos para a Criatividade

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Kevin Ashton: “How to fly a horse. The secret history of creation, invention and discovery”.  Anchor Books Edition. Penguin Random House. N York. 2015. 314 pgs. Um amigo me emprestou este livro há alguns meses, mas teve de sofrer a quarentena necessária na estante, em função das pendências -sempre muitas, mais das que o tempo comporta. Coloquei-o  na mala de mão …

Gustave Flaubert: “Madame Bovary”

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Gustave Flaubert: “Madame Bovary”. Unidad Editorial. Madrid 1999. 320 págs. (tradução de Carmen Martín Gaite). Por algum motivo que não alcanço a lembrar -talvez a sugestão de um dos participantes da Tertúlia Literária, associado ao contraste com a última personagem feminina comentada neste cenário (Joana D’Arc)- a leitura mensal nos leva até o obra de Flaubert. Clássica e polêmica na …

What the best college teachers do?

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Ken Bain: “What the best college teachers do”. Havard University Press. Cambridge. Massachusetts. 2004. 207 pgs. Eis um livro que marcou presença na minha formação como professor. Li muitos anos atrás, tive de voltar sobre ele recentemente, e reparei que deveria publicar -quer dizer, tornar públicas, que isso significa publicar- minhas reflexões para que, sendo o caso, outros possam aproveitar. O …

Mark Twain: “Joana D’ Arc”.

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Mark Twain: “Joana D’ Arc”. Record. Rio de Janeiro. 2001. 472 pgs A tertúlia literária deste mês, leva-nos até Joana D’Arc, no magnífico retrato que dela faz Mark Twain.  O autor americano chegou a afirmar que este livro, o último que escreveu, era a sua melhor produção, mesmo não tendo agradado a todos. Talvez porque Twain, após profunda pesquisa, afeiçoou-se da …

Stefan Zweig. “Coração Inquieto”

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Stefan Zweig. “Coração Inquieto”. Editora Delta. Rio de Janeiro, 1953 (Obras Completas de St. Zw), 353 pags. A vontade de ler este livro vem de muito longe, da infância. Comentei amplamente as circunstâncias que me apresentaram a obra de Zweig, quando assisti o filme sobre os dias finais da sua vida. Lá, no meio das fascinante partidas de dominó ouvi falar da …

Manuel Antonio de Almeida: Memorias de um Sargento de Milícias

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Manuel Antonio de Almeida: Memorias de um Sargento de Milícias. Ed Objetivo. São Paulo, 1998. 203 págs. Animado pelos comentários de um amigo, professor de literatura, aventurei-me na leitura deste clássico. Consegui um exemplar que, pelo feitio e pela editora, entendi tratar-se de um edição para preparar o vestibular. Lembrei-me então do comentário de outro amigo, grande leitor e de …

Roger Scruton: “Pensadores da Nova Esquerda”

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Roger Scruton: “Pensadores da Nova Esquerda”. É Realizações. S. Paulo 2014. 335 pags. Já na apresentação nos advertem que Scruton sintetiza o trabalho dos intelectuais que analisa: um moroso farejar do intelecto ao redor de um santuário inatingível. Em sua obstinada luta para negar a realidade, um farejar verdadeiramente diabólico De fato, este é o assunto. O leitor se lança …

G. K. Chesterton: “ O homem que foi Quinta Feira”. (Um pesadelo). 

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G. K. Chesterton: “ O homem que foi Quinta Feira”. (Um pesadelo).  Círculo do Livro. São Paulo. 1973. 196 págs.. Ler Chesterton sempre traz surpresas. Foi esse o pensamento que veio à minha mente logo no início da nossa reunião mensal de pensadores na Tertúlia Literária. Surpresas porque, sendo o livro o mesmo, os comentários dos assistentes pareciam indicar terem …

Friedrich Durrenmatt: “A Suspeita”.

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Friedrich Durrenmatt: “A Suspeita”. Círculo do Livro. 1975. 157 págs. Quando publiquei um comentário sobre a obra clássica de teatro deste mesmo autor, A Visita da Velha Senhora, além de uma amável resposta, ganhei este livro de uma colega: “É prosa, mas o miolo ético é o mesmo. Vás gostar”. Coloquei na estante, esperando o momento. Porque os livros tem o …