Roger Scruton: “Pensadores da Nova Esquerda”

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Roger Scruton: “Pensadores da Nova Esquerda”. É Realizações. S. Paulo 2014. 335 pags. Já na apresentação nos advertem que Scruton sintetiza o trabalho dos intelectuais que analisa: um moroso farejar do intelecto ao redor de um santuário inatingível. Em sua obstinada luta para negar a realidade, um farejar verdadeiramente diabólico De fato, este é o assunto. O leitor se lança …

G. K. Chesterton: “ O homem que foi Quinta Feira”. (Um pesadelo). 

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G. K. Chesterton: “ O homem que foi Quinta Feira”. (Um pesadelo).  Círculo do Livro. São Paulo. 1973. 196 págs.. Ler Chesterton sempre traz surpresas. Foi esse o pensamento que veio à minha mente logo no início da nossa reunião mensal de pensadores na Tertúlia Literária. Surpresas porque, sendo o livro o mesmo, os comentários dos assistentes pareciam indicar terem …

Friedrich Durrenmatt: “A Suspeita”.

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Friedrich Durrenmatt: “A Suspeita”. Círculo do Livro. 1975. 157 págs. Quando publiquei um comentário sobre a obra clássica de teatro deste mesmo autor, A Visita da Velha Senhora, além de uma amável resposta, ganhei este livro de uma colega: “É prosa, mas o miolo ético é o mesmo. Vás gostar”. Coloquei na estante, esperando o momento. Porque os livros tem o …

Sebastian Barry: “Os Escritos Secretos”.

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Sebastian Barry: “Os Escritos Secretos”. Bertrand Brasil. Rio de Janeiro. 2013. 348 págs. A tertúlia literária traz sempre surpresas. Há algumas semanas, uma das assistentes ao nosso fórum de pensadores, presenteou-me com este livro. “Talvez possa servir para nossas discussões. Eu gostei muito”. Agradeci, guardei o livro e, pouco depois mergulhei na leitura dos escritos secretos. Um cenário muito bem …

Dante Gallian: “A literatura como remédio. Os clássicos e a saúde da alma”.

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Dante Gallian: “A literatura como remédio. Os clássicos e a saúde da alma”. Martin Claret . São Paulo. 2017. 212 págs. O autor -grande amigo de muitos anos, parceiro em empreitadas humanistas na área da saúde- fez-me chegar um exemplar desta sua obra recente. “Veja se consegues comentar alguma coisa….”. O desafio não é comentar, mas tentar resumir uma experiência …

Gail Honeyman: “Eleanor Oliphant está muito bem”.

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Gail Honeyman: “Eleanor Oliphant está muito bem”. Fábrica 231. Rio de Janeiro, 2017. 350 págs. Chega a nossa tertúlia literária esta obra debut da escritora escocesa. Algo tinha lido acerca deste romance que apontava ser um ensaio sobre relacionamento, e os mundos diferentes em que todos andamos mergulhados e nem sempre conseguimos enxergar. A protagonista é uma mulher culta, formada …

Robert Spaemann: “Personas. Acerca de la distinción entre algo y alguien”.

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Robert Spaemann: “Personas. Acerca de la distinción entre algo y alguien”.   EUNSA. Pamplona. 2000. 236 págs. O recente falecimento do filósofo alemão, com 91 anos, foi o impulso que me levou a tirar da prateleira este livro que lá repousava há quase 20 anos. Um tributo necessário -pensei- para um intelectual contemporâneo, homem de muitos saberes, de quem já tinha lido algum escrito relacionado …

E.C. Bentley “O  último caso de Trent”

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E.C. Bentley “O  último caso de Trent”. Círculo do Livro. Ed Globo. São Paulo. 1981. 201 págs. Chegou-me a referência como um clássico do romance policial. Bentley era amigo de Chesterton, e a ele dedica este livro. Pareceu-me entender que era uma velha promessa, mas em se tratando de figuras como estas, é necessário ler as entrelinhas, e o que …

Roberto Minadeo: “Sonhos Fulgurantes. Revelações de uma realidade enigmática”

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Roberto Minadeo: “Sonhos Fulgurantes. Revelações de uma realidade enigmática”. Ed Iluminare. RS. 2018. 147 págs. Já comentei neste espaço que os contos não são leitura da minha devoção. É como se me faltasse o chão que proporciona a trama em forma de argumento, ou as ideias, quando se trata de literatura de pensamento. É claro que existem exceções, sobre tudo …

Paulo Rezzutti: “D. Leopoldina”. A História não contada. A Mulher que arquitetou a Independência do Brasil”

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Paulo Rezzutti: “D. Leopoldina”. A História não contada. A Mulher que arquitetou a Independência do Brasil”. Ed Casa da Palavra. LeYa. RJ. 2017. 430 págs. Minha admiração pela Imperatriz Leopoldina despertou quando li O Império é você, vencedor do Prêmio Planeta na Espanha em 2011. Agora, a presente leitura, confirma minhas percepções dessa figura ímpar da história brasileira,  agigantando-a consideravelmente. Trata-se …