Jonathan Swift: Viagens de Gulliver

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Jonathan Swift:  Viagens de Gulliver. Globo. Rio de Janeiro, 1987. 350 pgs. A clássica obra de Jonathan Swift, protagonizou outra das nossas tertúlias literárias. As viagens e a ficção que rodeia as peripécias de Gulliver, surgiram, ao que tudo indica, como uma crítica social na prosa do escritor inglês. Que na verdade era irlandês, como muitas outras personagens famosas -desde …

Dorothy Canfield Fisher: "Dulce Hogar"

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Dorothy Canfield Fisher; “Dulce Hogar”. Palabra. Madrid. 2016. 302 pgs. Publicada em 1924 Chega às minhas mãos este livro, na sua versão espanhola, com um pedido. “Da uma olhada e veja se te parece interessante traduzi-lo ao português”. O pedido vinha de um amigo que trabalha numa editora, e a resposta são estas linhas, escritas em português, dando o crédito necessário …

Ítalo Calvino: "O Visconde partido ao meio"

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Ítalo Calvino: “O Visconde partido ao meio” Companhia das Letras. 1997. 90 pgs. (incluído na trilogia: “Os Nossos Antepassados”) A tertúlia literária mensal traz à tona esta pequena-grande obra de Ítalo Calvino. Um escritor que faz da fantasia recurso para analisar o ser humano, ajuda a entender melhor o homem contemporâneo e, naturalmente, dá recados que nos acompanham na aventura …

Graeme Simsion: "O Projeto Rosie"

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Graeme Simsion: “O Projeto Rosie”. Record. Rio de Janeiro, 2013. 319 pgs. O livro estava entre as minhas pendências. Compõem-se estas de anotações a modo de lista, de comentários que vamos lendo aqui e acolá, em jornais e críticas de literatura especializada. Lembro até de ter recebido um e-mail circular de um colega médico americano elogiando o livro. A tertúlia …

Fabrice Hadjadj: "La Profundidad de los Sexos. Por uma mística de la carne"

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Fabrice Hadjad: “La Profundidad de los Sexos. Por uma mística de la carne”. Nuevo Início. 2010. Granada. 302 pgs. Um amigo, que também se delicia com os livros deste filósofo desconcertante, emprestou-me este. Desconcertante, porque sua escrita é uma verdadeira gangorra que oscila do Marques de Sade ou Madame Bovary até os Padres da Igreja (S. Clemente de Alexandria, S. Basílio …

Trash: A Esperança Vem do Lixo. O Brasil que aprendi a amar.

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“Trash” (2014). Director: Stephen Daldry.  Martin Sheen, Rooney Mara, Wagner Moura, Selton Mello.  Spain. Duración: 115 minutos.  A recomendação chegou-me do outro lado do Atlântico. “Muito bom esse filme dos meninos brasileiros que trabalham no lixão”. Sucesso na Europa, não tinha ouvido falar; aqui, no Brasil, nenhuma palavra. Fui checar o nome com que os espanhóis tinham batizado o filme: Ladrones …

Leon Bloy: “A Mulher Pobre”

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Leon Bloy: “A Mulher Pobre”. Ed Ulisseia. Copyright by Mercure de France, 1972. 264 pgs. Enfrentei esta novela que um amigo me emprestou, com curiosidade armazenada de muitos anos. Todos os meus conhecimentos sobre Leon Bloy vinham de um magnífico livro que li há mais de 30 anos: “As Grandes Amizades”, de  Raissa Maritain. A autora lá  descreve as tertúlias …

O Ano mais violento: Liderança fecunda na serenidade

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(A Most Violent Year). USA, 2014. Diretor: J. C. Chandor. Oscar Isaac, Jessica Chastain, David Oyelowo, Alessandro Nivola. 125 min. Dispunha-me a assistir este filme relaxadamente, sem o compromisso de buscar mensagens, ou entrever desdobramentos. Algum comentário tinha-me chegado às mãos: um bom roteiro, com elementos colocados a modo de quebra-cabeças, orquestrados por J.C. Chandor, o mesmo diretor de Margin …

Willa Cather: “Minha Ántonia”

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Willa Cather: “Minha Ántonia”. Codex. São Paulo. 2003. 327 pgs.      Este livro estava na minha lista de pendências há algum tempo. Mas outros sempre passavam à frente. Finalmente, a recomendação de um amigo combinado com alguma viagem, foi o empurrão para colocá-lo na pole position.  Não me lembro da viagem, nem do motivo; ultimamente tenho tirado o atraso das leituras …

O bom, o mau e o feio – ética e estética

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Este artigo foi publicado no Estadão em 03 de outubro de 2012, e é reproduzido aqui com a devida autorização do autor. Nicolau da Rocha Cavalcanti Quando Abraham Lincoln era presidente dos Estados Unidos, apresentaram-lhe um possível nome para compor o seu Gabinete. Recusou a proposta dizendo: “Eu não gosto da cara dele”. “Mas, sr. presidente, qual é a culpa …